claustrofobia

Claustrofobia: conheça os sintomas deste distúrbio

Uma sensação debilitante de pavor e angústia invade – sem aviso – o corpo e os pensamentos de uma pessoa que se vê em um local fechado, apertado ou cheio de gente. Você conhece a claustrofobia?

Afetando cerca de 25% da população mundial (segundo dados da Organização Mundial da Saúde), a claustrofobia é um transtorno psicológico muito mais comum do que imaginamos. Acompanhe o post e conheça melhor os sintomas deste distúrbio!

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O que é claustrofobia?

A claustrofobia é uma fobia situacional que se caracteriza pelo medo exagerado e infundado de  lugares fechados, abafados, com menor fluxo de ar ou que agrupam muitas pessoas de uma só vez.

Aquele elevador que você usa todos os dias para subir ao andar do seu prédio, uma sala de cinema lotada ou mesmo uma viagem de transporte público podem ser gatilhos fortes para quem sofre de claustrofobia.

Como a grande parte das fobias, a intensidade dos sintomas pode variar bastante de pessoa para pessoa. Assim, a gravidade da claustrofobia na vida de um claustrofóbico precisa ser analisada clinicamente a fim de que o tratamento leve em consideração cada caso em particular.

Quais os principais sinais da claustrofobia?

Mas você sabe quais são os principais sintomas da claustrofobia? Quais são aqueles sinais que indicam que o distúrbio provavelmente está presente interferindo ativamente na qualidade de vida da pessoa? 

Acompanhe a lista e fique por dentro!

Talvez o principal sintoma do distúrbio claustrofóbico seja o medo intenso de “estar preso” em algum lugar fechado. Esse medo, que é quase uma sensação de terror, causa ansiedade e desespero e, em alguns casos, pode evoluir para um quadro de pânico. 

Por se tratar de uma fobia que tem como principal característica o medo e a ansiedade, alguns dos sintomas que costumam ocorrer são respiração e coração acelerados. Com isso, um aumento excessivo da transpiração também pode ser notado, afinal a frequência cardíaca fica mais elevada.

Como acontece com quem sofre de ataques de pânico e ansiedade, também é possível que se sinta uma forte pressão no peito combinada com falta de ar. Isso faz com que o claustrofóbico sinta tonturas e precise ser amparado. 

Não é incomum que desmaios aconteçam. Eles não costumam indicar nada grave, sendo uma resposta natural do organismo que se sente pressionado pela piora da respiração. Apesar disso, o susto é inevitável.

Além do suor excessivo, algumas outras mudanças corporais podem acontecer. Tremores, ondas de calor ou de frio, ouvido com zumbido, enjoo, boca seca e vontade de ir ao banheiro são alguns dos sinais que surgem durante uma crise de claustrofobia.

E como lidar com os sintomas de claustrofobia?

Apesar de não ser fácil lidar com os sintomas dessa fobia, há uma dica fundamental que deve ser levada em conta: é preciso aprender a identificar as principais situações que funcionam como gatilho para as crises.

Se você for capaz de reconhecer como, onde e quando há maiores chances de você se sentir claustrofóbico, fica muito mais fácil de evitar que tais gatilhos sejam ativados. 

Se questiona, reflita sobre aquilo que lhe causa pânico, medo e ansiedade e, num primeiro momento, evite se submeter a essas situações até ser assistido com o tratamento adequado.

Possíveis causas da claustrofobia

Acredita-se que a claustrofobia – como a maioria das fobias – possui uma origem multifatorial. Ou seja, são fatores diversos e agrupados que podem fazer com que alguém desenvolva este distúrbio. 

Entre os principais fatores estão a vivência de alguma experiência traumática no passado ou na infância (como castigos com restrição de movimentação e confinamento ou abusos físicos e sexuais), a convivência com pessoas ou familiares que também possuem a fobia e uma predisposição biológica.

Qual o tratamento para a claustrofobia?

Antes de se buscar o melhor tratamento, é preciso que um diagnóstico mais apurado seja realizado. Esse diagnóstico vai se basear nos sintomas apresentados e na intensidade com o qual tais sintomas se manifestam. 

Outro indicativo forte para o diagnóstico da claustrofobia é justamente a percepção de que o paciente evita lugares e situações que possam funcionar como um gatilho para uma crise. 

Assim que o diagnóstico é realizado, existem algumas opções efetivas de tratamento para amenizar e curar o distúrbio. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

A terapia cognitivo-comportamental tem se mostrado como o melhor tratamento para a claustrofobia. Nesse tipo de psicoterapia, o objetivo é expor o paciente – de forma gradual e controlada – aos estímulos que desencadeiam as crises da fobia.

Essa exposição controlada e assistida pelo psicoterapeuta ensina o paciente a desenvolver estratégias que ajudam a controlar os sintomas e reformular suas linhas de pensamento que levam ao medo irracional e ao pânico. Com isso, aos poucos, os sintomas apresentados nas situações fóbicas vão diminuindo.

Em alguns casos, a utilização de medicamentos pode ser bastante efetiva – sobretudo quando alinhada com a psicoterapia. Antidepressivos que regulam a serotonina são as principais apostas. 

Mas lembre-se: toda medicação precisa ser indicada por um profissional da saúde qualificado e familiarizado com o seu caso particular. Não há lugar para a auto-medicação quando falamos de saúde mental!

Quando é preciso buscar ajuda psicológica?

Fobias são distúrbios incômodos, já que causam ansiedade acentuada e, muitas vezes, incontrolável. Se você apresenta alguns dos sintomas de claustrofobia descritos acima e sente que esses sinais estão prejudicando a sua qualidade de vida, talvez seja hora de procurar ajuda de um psicólogo ou de um psiquiatra.

Apenas um profissional da saúde qualificado está habilitado para avaliar o seu estado mental e analisar seus sintomas e as possíveis causas do seu distúrbio. A partir disso, o tratamento ideal para o seu caso será oferecido.

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Aqui, o seu acompanhamento psicológico conta com profissionais experientes que darão toda a atenção necessária para aliviar e tratar os sintomas. Não sofra sozinho!