claustrofobia

Claustrofobia – Tudo o que você precisa saber!

Claustrofobia é o medo de espaços confinados. Além disso, surgem crises de quando você está em locais fechados com uma grande multidão de pessoas, por exemplo, em um avião, ônibus ou fila em uma loja.

Claustrofobia e acrofobia (medo de altura) são considerados os medos patológicos mais comuns. A claustrofobia é diagnosticada com mais frequência em mulheres do que em homens, o que pode ser devido à sua elevada emocionalidade.

As primeiras crises de ansiedade aumentada em espaços confinados são detectadas na idade de 25 a 35 anos. Após os 50 anos de idade, os sintomas de claustrofobia diminuem significativamente e dificilmente incomodam a pessoa.

Apesar disso, as crianças também apresentam claustrofobia, o que é muito mais difícil e afeta negativamente o estado emocional da criança.

claustrofobia

A claustrofobia em homens ou mulheres pode se desenvolver pelos seguintes motivos:

  • Teoria da evolução

O medo de um espaço fechado foi preservado em humanos desde seus ancestrais. É uma espécie de instinto de autopreservação, que se manifesta de forma hipertrofiada;

  • Violação da atividade do cérebro

A amígdala está localizada dentro do lobo temporal, que é responsável pelo aparecimento de emoções positivas ou negativas. Se houver alguma mudança nesta área, pode surgir uma violação da percepção normal de um espaço fechado;

  • Trauma psicológico

Que foi mais frequentemente experimentado na primeira infância. Isso inclui dificuldades durante o parto, quando a criança normalmente não consegue passar pelo canal do parto. Também pode estar associada a casos em que o bebê estava sozinho em um quarto apertado;

  • Características da educação

Se os pais forem muito protetores com seus filhos e virem perigo em toda parte. Isso pode levar ao desenvolvimento de certas patologias já na idade adulta; características do caráter de uma pessoa. Geralmente são pessoas suspeitas, indecisas, dependentes, excessivamente impressionáveis.

Durante a claustrofobia, um caráter ondulatório é observado, quando, com o tempo, o intervalo entre os ataques de ansiedade e o estado normal de uma pessoa fica mais curto. Sem a ajuda adequada de profissionais qualificados, os colapsos emocionais aumentam a cada dia.

Sintomas da Claustrofobia

Uma pessoa que sofre de claustrofobia desenvolve pânico com mais frequência quando está em quartos sem janelas. Nesse caso, eles temem que o oxigênio da sala acabe logo e morram sufocados.

Além disso, pode ocorrer um ataque de claustrofobia quando uma pessoa fica na fila por muito tempo ou quando há uma grande multidão de pessoas. Portanto, você pode ver que essas pessoas sempre tentam se sentar perto da saída.

Quando uma pessoa é claustrofóbica em um espaço confinado, a adrenalina aumenta. Neste contexto, a pressão arterial sobe, há uma sensação de palpitações, falta de ar devido a dificuldades respiratórias, tremores (tremores), aumento da frequência cardíaca (taquicardia), sudorese excessiva e boca seca.

Além disso, podem surgir desconforto ou dor na região do coração, desconforto abdominal, que se manifesta por náuseas e desconforto na região epigástrica.

Com um ataque avançado, aparecem os sintomas de ataques de pânico. Uma pessoa desenvolve medo da morte, desrealização (um estado em que o mundo ao seu redor é percebido como irreal ou distante, em alguns casos acompanhado de deficiência de memória) ou despersonalização (um distúrbio de autopercepção, em que as próprias ações são percebidas como de fora, acompanhadas por um sentimento de incapacidade de controlá-las).

Diagnóstico da Claustrofobia

 

A determinação da presença de claustrofobia em uma pessoa é baseada na identificação de sintomas característicos dessa condição. Um levantamento detalhado do paciente é realizado, a natureza de suas sensações e manifestações objetivas que surgem quando ele está em um espaço confinado é esclarecido.

É importante ser capaz de distinguir a claustrofobia de certos traços de personalidade. Por exemplo, para algumas pessoas, o medo de ficar em uma sala apertada na presença de outras pessoas está associado à dúvida, timidez e um complexo de inferioridade.

Além disso, evitar o transporte público ou outras multidões pode estar associado a um transtorno mental. Esse medo de estar na mesma sala com outras pessoas será associado aos delírios de perseguição ou delírios de atitude do paciente.

Portanto, é extremamente importante ser capaz de distinguir a verdadeira claustrofobia do medo de estar em quartos pequenos com uma multidão de pessoas em outras condições humanas.

Deve-se ter em mente que o medo constante de uma pessoa pode levar ao transtorno depressivo. Ao conversar com um paciente, o médico deve se lembrar dessa possibilidade de desenvolvimento de eventos, portanto, recomenda-se tratar esses pacientes com especial cuidado para não perder os primeiros sintomas de depressão, evitando consequências irreversíveis.

Tratamento da claustrofobia

 

O tratamento da claustrofobia é um processo demorado que requer muita paciência do paciente. Pessoas com claustrofobia são tratadas principalmente por psicoterapeutas que, além de suas atividades, podem prescrever medicamentos para reduzir a ansiedade.

A psicoterapia é realizada tanto em forma individual como em grupo. A escolha depende da gravidade do transtorno e da personalidade da pessoa. Acredita-se que as mais eficazes sejam as sessões individuais, que permitem construir uma relação de confiança entre o paciente e o médico, o que leva à obtenção acelerada do efeito desejado.

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