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Terapia da constelação familiar – O que é?

Terapia da constelação familiar, você sabe o que é? É comum nascermos com muitas semelhanças em relação aos nossos familiares e parentes, por exemplo. Inclusive, não somente os traços genéticos físicos são os únicos a serem comentados, mas também a questão dos “jeitos”, isto é, costumes e hábitos que não são perceptíveis no aspecto estético externo.

Dessa maneira, o que queremos focar no texto de hoje é justamente esse desenvolvimento de comportamentos que são adquiridos com a genética. Aquelas frases que todos comentam “você puxou a fulano” ou que você tem o mesmo talento e habilidade que o seu pai ou mão se aplica aqui.

Entretanto, te convidamos a entender que essa ancestralidade não se restringe a aspectos como estes que citamos acima, como o físico ou alguns talentos. Na verdade, todo esse fator ancestral vai muito além, e exige um certo estudo complexo em torno do tema.

Podemos entender que nós herdamos algumas informações (de qualquer natureza) dos nossos parentes, mesmo que eles já estejam no mesmo plano que nós.

A partir desse entendimento, vemos que realmente algumas vivências passadas já enrustidas em nossos antepassados familiares perpetuam na nossa geração, sendo que traumas e doenças podem vir junto.

Com todo esse cenário exposto, surge a terapia da constelação familiar, que é uma grande aliada nesse processo de entendimento sobre uma herança familiar ainda não compreensível no momento, mas não desconhecido.

Vamos entender um pouco melhor sobre essa prática e como ela pode te influenciar (de uma forma positiva) no dia a dia e na vida.

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O que é a terapia da constelação familiar?

A terapia da constelação familiar é um tipo de terapia cujo objetivo principal é tratar sobre as questões relacionadas ao físico e a mente do indivíduo, a partir de algumas revelações sobre a família, que até o momento são ocultas para essa pessoa.

Através dessa terapia conseguimos identificar os acontecimentos que trouxemos os seus atuais problemas, e você só pode resolver aquilo que conhece e entende, por isso essa terapia é tão importante.

Quanto a duração dessa terapia não se preocupe, pois o período costuma ser breve, o que significa que não serão necessárias diversas sessões até chegar a uma solução.

A terapia da constelação familiar consegue atuar de uma maneira energética, solucionando rapidamente o conflito atual de uma só vez, por isso ela é taõ recomendada e rápida.

Mesmo que não haja um conflito iminente no momento, é interessante que você comece esse tipo de terapia, afinal poderão ser sanadas algumas dúvidas sobre a sua herança familiar.

Como ocorre a terapia da constelação familiar?

Esse tipo de terapia é altamente dinâmico, então ao contrário do que muitos pensam não se trata de uma prática que vai te render algum tipo de medo.

Ao começar a terapia da constelação familiar, você vai perceber que algumas dinâmicas serão propostas pelo terapeuta, como montar o sistema familiar.

Essa montagem vai te render um próximo passo, que seria o contato entre você e o campo morfogenético, claro que de seu sistema familiar. Dessa forma você encontra as respostas que precisa.

A partir desse contato, você consegue entender o seu sistema familiar, bem como descobrir as razões pelas quais o desequilíbrio do sistema ocorreu.

Como forma de incentivo, o Ministério da Saúde conseguiu incluir a Constelação Familiar como um dos procedimentos disponíveis no SUS, o Sistema Único de Saúde.

O objetivo dessa inclusão é contribuir para uma saúde melhor da população, bem como o seu bem-estar, e devemos comemorar por esse avanço.

Por muito tempo, todo e qualquer tipo de terapia já foi vista como algo negativo ou restrito aos considerados “loucos”, mas hoje em dia já reconhecemos melhor essa importância que a terapia tem.

No que se baseia a constelação familiar?

Por ora, a maioria dos praticantes desse tipo de terapia segue o entendimento da coach Juliana Isliker, organizadora do livro “O Poder da Constelação em 27 relatos”, cujo foco é nas leis que possuem um certo potencial de influenciar a nossa vida.

No caso de não cumprirmos essas leis, é possível desencadear alguns certos desequilíbrios no nosso sistema familiar, resultando em prováveis problemas afetivos, ou de qualquer outra natureza.

As leis descritas são a lei do pertencimento, a leia da hierarquia e a lei do equilíbrio.

– Lei do pertencimento: todos nós temos a necessidade de pertencer a algo, o que significa dizer nós nos sentimos parte do sistema familiar o qual nos encontramos hoje.

– Lei da hierarquia: além do pertencimento que comentamos acima, todos nós ocupamos um espaço dentro desse sistema familiar, e quem veio primeiro é o mais respeitado, por uma questão de lógica.

– Lei do equilíbrio: e por fim, deve-se respeitar a lei do equilíbrio, afinal o que não queremos é justamente o desequilíbrio nesse sistema, e o mais comum é a manifestação que um se “dá” mais, a nível de sentimento, que o outro.

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