Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade | Veja 3 momentos

O TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), mas ocasionalmente também chamado de distúrbio hipercinético. O TDAH é um dos distúrbios mais comuns entre crianças e adolescentes.

No entanto, não apenas as crianças podem ter Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, mas também os adultos. Porque o distúrbio não conhece diferença entre a infância e à adolescência e a idade da maioria. 

E, embora seja provável que o TDAH seja tão comum entre adultos quanto entre crianças. O TDAH foi subestimado significativamente na idade adulta até agora. No Brasil cerca de 3 milhões de adultos sofrerão pelo transtorno, mas na maioria das vezes não há um diagnóstico bem fundamentado.

As razões para isso são diferentes. Por um lado, nenhum Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade era conhecido no passado e nenhuma consideração foi dada a crianças e adolescentes. 

Ressalte-se que esse texto não como objetivo substituir uma consulta com um profissional, e muito menos diagnosticar o leitor. Esse artigo possui um caráter meramente informativo, e a partir da leitura é possível que você identifique pontos parecidos com a realidade e então tome uma atitude em relação a isso. 

Vamos entender sobre o assunto: 

O que é o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade? 

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade é um transtorno que provém de causas genéticas, geralmente acompanhado de sintomas como impulsividade, falta de concentração e inquietação. 

Pode começar a dar sinais já na infância, podendo permanecer ao longo de toda a vida. O melhor é que comece o tratamento assim que se perceba qualquer um dos sintomas. 

Esse transtorno não é nenhuma novidade e ao longo do tempo pode-se notar que quem é portador desse transtorno desenvolve outros tipos de transtornos, como a ansiedade ou depressão. A atenção deve ser redobrada na fase da adolescência pelo histórico de consumo de álcool ou drogas ser maior. 

Além da genética, o ambiente também costuma ser propício para o desenvolvimento dessa doença, mas sobre isso ainda não há uma pacificação, ou seja, essa tese ainda está em estudo. 

Veja, quem tem o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não apresenta os sintomas uma única vez. Você precisa observar a ocorrência e frequência desses sintomas, se eles se repetem em quais situações e quais ambientes. Se isso só ocorre com pessoas específicas ou não, esse tipo de coisa precisa ser analisado. 

Outra coisa que precisa ser considerada é se esses possíveis sintomas interferem na vida dessa pessoa, pois as vezes é uma desatenção passageira ou uma concentração que está focada em outras coisas naquele momento, não necessariamente sendo a caraterização de um transtorno em si. É bom observar como vai a rotina desse indivíduo. 

Quais os sintomas de quem tem TDAH? 

Os sintomas mais frequentes são os relacionados a falta de atenção, hiperatividade e a impulsividade, sendo que a vida da pessoa perde toda a qualidade, visto que esses sintomas refletem nas pessoas próximas, bem como no desempenho de atividades rotineiras. 

Lembre-se que a intensidade desses sintomas pode se manifestar de diferentes formas e graus, logo, recomenda-se uma atenção especial. 

Em pacientes que apresentam a falta de atenção como sintoma predominante, o que fica em evidência para o tratamento é a concentração – que é baixíssima – e na realização de atividades que deveriam ser feitas com muita facilidade, ou como normalmente. 

É muito importante ver se há diferenças com o tempo e como a pessoa está reagindo. 

Os detalhes e a memória são coisas muito falhas na mente desses pacientes, justamente porque lhe faltam a concentração. Com a distração muito presente, essas pessoas não conseguem finalizar o que começam, e ao virar uma “bola de neve” de coisas inacabadas, a paciência é cada vez menor. 

Nas pessoas com TDAH é comum a hiperatividade prevalecer, portanto, esses indivíduos são bastante inquietos, com uma comunicação muito fluida (o que pode atrapalhar também) e com uma agitação fora do normal. 

Essas pessoas não conseguem se adaptar a atividades mais tranquilas e calmas, nem manter a seriedade em conversas sérias. 

Nessas pessoas é muito fácil de identificar a questão da impaciência, pois é perceptível que elas não conseguem esperar o final de um vídeo, filme enfim. 

A reação rápida – que muitas vezes, não é pensada – é uma característica presente, além do fato de que, nesse caso, as pessoas não pensam nas consequências dos seus atos. 

Tratamento e diagnóstico 

Reforçamos que o diagnóstico deve ser feito com um profissional da área de Psicologia, e por isso, recomendamos sua consulta com o psicólogo de sua preferência ou recomendados na sua cidade. 

Adiantamos, porém, que o tratamento é de modo múltiplo, ou seja, além das consultas psicológicas, o seu médico vai combinar alguns métodos para auxiliar nos cuidados. 

Geralmente essa combinação é entre alguns medicamentos, psicoterapia e um profissional de fonoaudiologia, nos casos em que o paciente apresenta algum problema relacionado a fala ou a escrita. 

Os pais ou responsáveis do paciente recebem algumas orientações para saber como proceder, pois, é inteiramente compreensível que as pessoas do ciclo de vida do paciente não estejam preparadas para essa situação, e por isso recebem essa orientação profissional. 

Nos casos das crianças, os professores ou profissionais do instituto ao qual estão matriculados também devem ser devidamente avisados e orientados.

Para saber mais sobre sobre TDAH, veja aqui.

Para conversar com um psicólogo, saiba mais aqui.

Esperamos que tenha gostado! 

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